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sexta-feira, 27 de março de 2009

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quinta-feira, 26 de março de 2009

D.Inês de Castro e o seu amor

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Esta peça sobre a vida de D. Inês de Castro foi escrita por : Filipa Martins, Alexandre, Rita e Rúben do 5ºE, EB 2/3 Bernardino Machado- Joane
A interpretação foi feita pelos alunos da turma

quarta-feira, 25 de março de 2009

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Então há que comentar.

Bjs e fiquem bem.

Fiz umas pequenas correcções ao texto original.
bjs

D. Pedro e D. Inês de Castro

Narrador: O príncipe D. Pedro de Portugal chegou à idade de casar e o pai fez o que era costume na época: enviou e-mails a Espanha a pedir a princesa, Constança M anuel em casamento. O pedido foi aceite.

Andavam todos muito stressados para conhecer a princesa. D. Pedro andava hiperactivo pois ia conhecer a noiva que chegaria de avião, rodeada de parentes, aias, pajens e criados.

D. Pedro: -Como é que será, a minha noiva? Gorda, dread, loira?

Narrador: Mas o destino tinha-lhe preparado uma daquelas ratoeiras a que não é possível escapar. Na comitiva vinham umas meninas muito lindas. Ele não sabia para que lado se virar…

(No Baile): A dar uma música calma. Entram os grupos de hip-hop

Líder: -Põe a "four minutes" da Maddona , meu.

DJ: -Tá-se, mano.

Começa a música dos animais cantores durante 31 segundos e ficam todos a olhar.

DJ: -Desculpem , primos.

Líder: -Ok, brother.

Começa a música "four minutes." Eles dançam e de 50 segundos a 50 segundos vão trocando de grupo e por fim saiem. Depois continua a dar música.

D.Pedro, pensou: -Em vez de me perder de amores pela minha noiva, vou-me perder por uma das aias. Que desgraça!

Narrador: Mais depressa o pensou, mais depressa aconteceu.

Surgiu uma linda aia, chamada D. Inês de Castro, e foi amor à primeira vista.

Essa linda aia, era uma amiga de D. Constança.

D. Inês, pensou: -Coitada, da minha amiga Constança, não a vou poder ajudar, estou perdida por amores pelo príncipe.

Narrador: Nessa noite durante o baile algo aconteceu, as aias da corte avisavam D. Inês.

Bisbilhoteiras: -Inês vê lá no que te metes? D. Pedro vai casar-se para a semana. Entre homem e mulher não se mete colher. Vê se te lembras disto, Inês, senão vais-te meter em sarilhos!

D. Inês: -Mas o que é que eu fiz? Não tenho culpa, no coração não se manda.

(No quarto de D. Inês e de D Pedro eles cantam a musica “the is me do camp rock”)????

Narrador: Passado algum tempo, mais exactamente uma semana chegou o dia do casamento de D. Pedro e de D. Constança. Estavam todos stressados com o raios parta do casamento.

Empregado: -Cum caneco, este casamento nunca mais começa. E o cozinheiro ainda não chegou, dorminhoco! E eu, coitado, tenho que fazer tudo, as outras só sabem coscuvilhar! Que chatice só espero que isto acabe depressa. Vou procurá-lo.

Cozinheiro: Chiu! Não digam que eu estou aqui!

(No casamento) Ao som da musica “bacardi mojito” a noiva entra a dançar e todos começam a dançar, até o padre.

Padre: -Podem pôr a aliança que eu tenho que dormir a sesta. (bocejo) Podem bazar. Hasta la vista. (O padre adormece, e os outros saem da cena)

D. Pedro: -Senhor padre? Está aí? Podemos ir embora?

Padre: -Sim, deixem-me dormir.

Começa a dar a música “Hasta la Vista” e todos começam a dançar loucamente. Vão para o palácio e começa o baile.

(No baile-música)

D. Pedro diz: -Vamos pedir ao DJ para por uma música calma.

Começam a dançar aos pares e adormecem caindo para o lado até que o DJ mete uma música muito rápida e forte. Levantam-se todos e recomeçam a dançar.

Alguém faz um cartaz a dizer: Passado muito, muito mas muito anos.)

Narrador: Não foram assim tantos anos. Suas, suas, suas…

“Alguém”: -Desculpa, mas o cartaz está virado ao contrário. Afinal a frase é: Passados alguns anos.

(Cena do barco)

Narrador: Os guardas reais levam D. Inês para o mosteiro, pelo rio e D. Pedro fica com o coração destroçado, mas rapidamente arranja maneira de a contactar. Um computador que o rei, seu pai, tinha mandado fabricar chamado Vasco da Gama, computador esse que era à prova de água que flutuava no rio e no mar mas que com as ondas mergulhava e quando chegava à costa voltava à superfície.

Alguém: -O Magalhães do século XXI ainda só é a prova de balas! Este é muito melhor!!! Acho que vou comprar um no Continente. Eu conto com o Continente.

Narrador: -O que é que tu fazes aqui?

Alguém: -Nada, nada. Bye-Bye.

(Vasco da Gama) Vai no rio e passa pelos tubos de água do mosteiro.

Narrador: Assim sucessivamente, o Vasco da Gama passava pelos tubos indo parar aos pés de D. Inês de Castro fazendo assim a troca de mensagens.

D. Constança morre, deixando D. Pedro viúvo, ficando assim livre para casar com D. Inês. Mas o rei estava atento e proibiu o filho de se casar com ela.

D. Pedro foge então com a sua amada e começa a atacar os terrenos do pai mas não directamente. Ele e os seus homens atacavam à noite deixando tudo estragado e derrubado.

Numa dessas noites D. Pedro parou para descansar com a sua mulher (D. Inês de Castro) e os seus filhos num pavilhão de caça. Erro dele, quando foi caçar e deixou D. Inês de Castro sozinha.

O rei, seu pai ouviu uns boatos de que D. Pedro e D. Inês de castro estavam instalados no pavilhão de caça e que D. Pedro tinha saído para caçar.

Era o momento certo para pôr o plano em prática. Dirigiu-se para o pavilhão com três homens armados com facas. Encontram-na à beira da fonte.

D. Inês: Por favor, não me matem, os meus filhos ainda são muito novinhos e vão ficar sem mãe…

Narrador: O rei, ao pensar em tamanha desgraça, disse aos três fidalgos que o acompanhavam que não ia fazer nada. Os homens, não se sabe porquê, mataram D. Inês de Castro, sem piedade nem escrúpulos.

D. Pedro, que entretanto voltou da caça, ao saber o que tinha acontecido iniciou uma guerra contra o pai que só acabou quando a rainha, sua mãe, interveio.

Decorrido algum tempo o rei morre, passando D. Pedro a governar, mas este espera uma ocasião para vingar a sua amada. Quando a mãe morre D. Pedro manda procurar os três fidalgos que tinham matado D. Inês de Castro. Porém estes tinham-se refugiado no país vizinho.

D. Pedro não desiste. Combina com o rei de Castela uma troca: os homens que mataram D. Inês em troca de outros fugitivos daquele país que se encontravam no nosso. Acordo feito. D. Pedro massacrou os fidalgos que tinha em suas “mãos”. Arrancou-lhes os corações, um pelas costas e outro pelo peito.

Mas D. Pedro ainda queria mais. Fez um enorme cortejo onde as três classes civis da época participaram, sem excepções, e ainda se diz que ele obrigou todos os nobres a beijar a mão de D. Inês de Castro! (palmas e todos do clube a irem para a beira do narrador).

terça-feira, 24 de março de 2009

escolha do padre

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ensaio para escolher o personagem : o padre

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